domingo, 19 de setembro de 2010

┼ ┼ DOCE SUICÍDIO ┼ ┼

Há estátuas que se movem,
ouvindo aos gritos,
Lâminas que sangram,
manchas no chão,
e quem quebrou o silêncio?

A noite clareia o que o dia fez questão de esconder.
Febre repentina,delírio vulgar,
os loucos se destacam,
e aos "bons" parecem nem se importarem.

Divina imagem,a alma mais pura
Me corta,me sangra,
me parta,me queira,
me leve embora.
Ela está tão bela e me chama
seu rosto é o que mais me atrai,
e me recuso a negar.
Mal sabem eles
que ainda estou aqui.

És doce vossa pálida figura.
aquela que insiste em me atrair,
eu me rendo aos seus encantos
tão bela quão pura,aquela que chega.
Agora sabem eles,
eu não me encontro mais ali...

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